Sim. Eu quero um vômito de sinceridade. Quero um espirro da verdade sentida. Não! Não falo de você. Falo de mim. Falo de meus dedos frios e tardios em direção à armação de seus óculos. Minhas mentiras de outrora podem significar uma fratura exposta no seu possível amor. Especulação em forma de mensagens eletrônicas desesperadas já não lhe ardem a pele, já não lhe queima o peito. E pior, não lhe faz lembrar desses mesmos e esperançosos oito números, que insistem em não brilhar por você.

Onde estará???

 

Sin Sin Salabin!! Pois é. Ontem eu esperei por você, mesmo imaginando que você não viria me ver. Você já passou por isso? A espera se transforma em uma panela com água quente, que está em fogo baixo. Impera a incerteza da fervura. Fulgura uma ansiedade latente que faz o ambiente ficar ainda mais escuro. Mãos geladas. Coração batendo mais forte. E, enfim, o fim da noite chega e sua ausência mais uma vez se faz presente.

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